sexta-feira, 2 de março de 2012

A primeira câmera de Élcio Paraíso

Natural da cidade mineira de São João del-Rei e formado em jornalismo, Élcio Paraíso trabalhou por 10 anos como repórter fotográfico em jornais diários de Belo Horizonte. No final ano passado estreou a exposição “Cemitério de Automóveis” e mais recentemente, "Dia de Reis".

Meu contato com a fotografia se deu em 3 etapas diferentes. Quando criança no início da década de 1980 ganhei uma pequena câmera, não me lembro o modelo, eu ia para escola fazendo fotos, claro que não tinha filme, clicava rolos e rolos imaginários.

Já adolescente, com uns 13 anos, talvez em 1989, decidi fazer um curso de férias de fotografia influenciado por um amigo, peguei uma Pentax K-1000 do meu tio emprestada e fiz um filme com ela para as aulas, gostei do resultado e da sensação, mas não fotografei mais até 1996 quando já na faculdade de jornalismo decidi comprar uma câmera.

Escolhi a Olympus OM-1 com uma lente 50 mm 1.8, que não só tenho até hoje como há poucos anos comprei outra e mais 3 lentes. Para ser sincero uso muito pouco, quando uso filme acabo optando pela Rolleiflex que ainda uso bastante. Mas voltando à Olympus, tive como minha câmera principal por poucos meses, eu já fazia estágio em um jornal diário onde comecei a fotografar e já não havia espaço para câmeras manuais, assim que me estabeleci comprei uma Canon EOS A2 e dela saí já para as digitais.

Olympus OM-1 de Élcio foi lançada em 1972, desenvolvida sob supervisão de Maitani Yoshihisa para ser uma SLR menor e mais leve que as normalmente encontradas no mercado. Seu funcionamento é completamente mecânico e a medição de exposição é feita através da lente (TTL), com controle de uma agulha visível no visor.

Fotos da série "Cemitério de Automóveis"

Para conhecer melhor o trabalho de Élcio Paraíso, acesse: elcioparaiso.com

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