segunda-feira, 13 de março de 2017

Artista belga retrata fobias incomuns através de fotocolagens


Se há um sentimento que todo ser humano sente (ainda que muitos prefiram esconder), esse sentimento é o medo. E quando em doses moderadas, o medo é um sentimento fundamental, que serve como proteção, um alarme que media a maneira com que nos entregamos a desafios e novas experiências.

Mas, como tudo na vida, se ingerido em doses exageradas, o medo pode ser paralisador, irracional e incontrolável – como as famosas fobias. São essas fobias que o artista belga David Delruelle retratou em uma série de colagens.

Taquicardia, suores frios, imobilidade. Algumas fobias são mais populares, como claustrofobia (o medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos ou multidões) ou acrofobia (o famoso medo de altura). Mas há uma coleção de fobias inusitadas e bastante específicas, retratadas por Delruelle em suas colagens, como a diplofobia (medo de visão dupla), tecnofobia (medo de tecnologia) e até cronometrofobia (medo de relógio).

Eisoptrofobia (medo de espelhos)

Filemafobia (medo de beijar ou ser beijado)

Diplofobia (Medo de visão dupla)

Tripofobia (medo de buracos)

Tecnofobia (medo de tecnologia)

Cronometrofobia (medo de relógios)

Caetofobia (medo de pêlos)

Koumpounofobia (medo de botões)

via Hypeness

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