sábado, 18 de março de 2017

Exposição fotográfica dá voz às mulheres refugiadas

Depois de um ano em itinerância, a mostra “Vidas Refugiadas” retorna a São Paulo

Fotos: Victor Moriyama

A exposição fotográfica “Vidas Refugiadas”, focada no cotidiano de oito mulheres refugiadas no Brasil, volta a São Paulo no mês da mulher. A abertura acontece neste sábado (18), a partir das 11h, no Museu da Imigração. O projeto tem apoio do Instituto de Políticas Públicas em Direitos Humanos (IPPDH) do Mercosul.

Com 22 imagens do fotógrafo Victor Moriyama, a exposição revela as necessidades, os dilemas e as conquistas das mulheres retratadas e permite ao público refletir sobre a integração das refugiadas à vida no Brasil. Seja pelas singulares expressões das fotos produzidas em estúdio ou mesmo pelos registros das refugiadas no cotidiano, a exposição revela as dificuldades e os problemas enfrentados por essas mulheres. Ao mesmo tempo, ilumina suas conquistas, seus valores e seus esforços para a construção de dias melhores.

No lançamento da exposição em São Paulo, o público poderá conversar com a curadora do projeto, Gabriela Cunha Ferraz, com a diretora de Comunicação e Cultura do IPPDH, Corina Leguizamón, com as refugiadas Nckechinyere Jonathan, da Nigéria, e Maria Illeana Faguaga Iglesias, de Cuba, além de um representante da Prefeitura de São Paulo, que também estará presente.

Um perfil sobre a população refugiada no Brasil, divulgado pelo Comitê Nacional de Refugiados (CONARE), revela que as mulheres representam cerca de 30% dos 8.863 refugiados reconhecidos no Brasil.

Desde março de 2016, a mostra já foi apresentada em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Foz do Iguaçu, Porto Alegre, João Pessoa, Rio de Janeiro, Niteói, Brasília e Caruaru.

A exposição ficará aberta ao público até 28 de maio, de terça à sábado, das 9h às 17h. Aos domingos, o horário de funcionamento é das 10h às 17h. A entrada é franca.

Silvye, Advogada da República Democrática do Congo, 34 anos, casada e mãe de 4 filhos

Maria, Jornalista de Cuba, 40 anos, divorciada, sem filhos

Aichata, Pedagoga do Mali, 30 anos, casada e mãe de 1 filho

Jeannete, Cabeleireira (nacionalidade e idade omitidas), casada e mãe de 4 filhos

Nkechinyere Jonathan, Professora de inglês da Nigéria, 44 anos, casada e mãe de 4 filhos

Para saber mais sobre o projeto, acesse: vidasrefugiadas.com.br.

SERVIÇO

Exposição “Vidas Refugiadas”
Data: 18 de março de 2017, às 11h
Visitação: até 28 de maio com Entrada franca
Local: Museu da Imigração do Estado de São Paulo - Rua Visconde de Parnaíba, 1.316

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