sábado, 18 de agosto de 2018

Fotos: Uma viagem à aldeia abandonada de Houtouwan

No Oceano Pacífico, a leste de Xangai, na China, fica a pequena Ilha Shengshan, com menos de cinco quilômetros de diâmetro. A ilha montanhosa é o lar de várias aldeias de pescadores, incluindo Houtouwan, que foi abandonada na década de 1990. Outrora uma próspera comunidade, as casas de tijolos de Houtouwan, agora vazias, estão completamente cobertas por cobertores de vegetação. Muitos turistas visitam a vila pitoresca diariamente. O fotógrafo da AFP, Johannes Eisele, visitou recentemente a ilha de Shengshan e capturou estas imagens da vila de Houtouwan:
















Fonte: The Atlantic

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Galeria VilaNova inaugura a mostra 'Habitat', de Nelson Porto

“Habitat” exibe duas séries do fotógrafo, “Ruína Carioca” e “Forest Creatures”, e faz parte da programação especial da galeria para sua primeira participação na SP-Arte/Foto

A Galeria VilaNova inaugura “Habitat", do fotógrafo brasileiro Nelson Porto, sob curadoria de Bianca Boeckel. A mostra faz parte da programação especial da galeria para sua primeira participação na SP-Arte/Foto, e apresenta duas séries - “Ruína Carioca” e “Forest Creatures” -, as quais retratam, de maneira distinta, o mesmo aspecto destrutivo da relação do homem com seu lar. As imagens usam da sensação de vazio, do abandono, da ausência do elemento humano, e de composições geométricas fortes para alinhar a desordem causada pelo homem.

Com um olhar de ilustrador e designer gráfico, Nelson Porto se aproveita da inspiração geométrica da Bauhaus em suas composições. “No caso da ‘Ruína Carioca’, existe uma clara inspiração na forma como a luz é retratada nas paisagens urbanas e composições do pintor Edward Hopper. A temática narrativa tem algo de apocalíptico, e o contraste entre a beleza e a desordem evoca a contraposição entre criação e destruição, a dinâmica de Shiva e a entropia natural do universo”, comenta. "Ruína Carioca” exibe imagens de um prédio abandonado, como metáfora visual para o momento decadente da cidade do Rio de Janeiro. “Forest Creatures” mostra uma floresta em um parque natural na Tailândia, que se revela como criaturas ora assustadoras, ora acolhedoras. As duas abordam facetas, de dimensões diferentes, do caráter destrutivo do ser humano com relação ao seu habitat.

Em relação às cores, as imagens coloridas de “Ruína Carioca” evocam o aspecto de renovação natural e trazem uma sensação paradoxal de esperança diante da destruição. As fotografias PB fazem o contraponto negativo/sombrio daquilo que se degenerou. Com uma produção que tende a variar estilo e temática, alguns assuntos sempre interessam ao olhar de Nelson Porto: o vazio, a ancestralidade, o espaço, o tempo, o eterno. Nos dizeres do fotógrafo: “Meu trabalho passa muito por animar fotografias e paisagens através do timelapse, e desse treino vem uma consciência sobre a lenta transformação incessante de tudo. Com relação a estilo, gosto de trabalhar com estilos diferentes, por vezes simultaneamente alternando entre dois ou três “jogos visuais” durante uma mesma sessão”.

Ao longo da SP-Arte/Foto 2018, a Galeria VilaNova exibe, em seu stand, a série “Ruína Carioca”, juntamente com trabalhos de outros fotógrafos. “Forest Creatures” estará exposta unicamente no espaço da Galeria.

SERVIÇO

Exposição “Habitat”, de Nelson Porto
Abertura: 18 de agosto de 2018, sábado, às 18h
Período: 20 de agosto a 15 de setembro de 2018
Horários: de quinta-feira a sábado, de 12 às 19h, de segunda a quarta-feira com agendamento
Local: Galeria VilaNova – Rua Domingos Leme, 73 – Vila Nova Conceição – São Paulo, SP
Informações: (11) 2691-1190 | www.galeriavilanova.com.br

Belo Horizonte recebe a mostra “Canito”, de Daniela Paoliello


Estreia nesta sexta-feita (17), às 19h, no Centro Cultural UFMG, em Belo Horizonte, a exposição fotográfica “Canito”, da premiada artista visual Daniela Paoliello, doutoranda em Artes Visuais pela UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro

“Canito é um ensaio resultante de um encontro. Da crença de que cada ser se revela apenas pela luz que emana. É descrição poética de uma experiência sensível. O ensaio nasce da fusão de duas subjetividades, da história que teimava se inventar entre nós. A imagem ocupa o silêncio do momento em que as palavras desaparecem. Fotografei o que não podia dizer. Os momentos em que o Canito se dissolvia aos meus olhos e se tornava vibração. Canito não tem limites, ele transborda em sua performance, encarna uma presença em potência total, um ser em transcendência.” - Daniela Paoliello.

SERVIÇO

Exposição “Canito”, de Daniela Paoliello
Abertura: 17 de agosto de 2018 | às 19h
Visitação: 18 de agosto a 30 de setembro de 2018
Horário: de terça a sexta-feira de 10h às 21h e de sábado a domingo de 10h às 18h
Local: Centro Cultural UFMG – Avenida Santos Dumont, 174, Belo Horizonte/MG.
Informações: (31) 3409-8290.

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