quarta-feira, 1 de abril de 2020

Fotos Históricas: Tomada do Forte de Copacabana

abril 01, 2020 | por Cid Costa Neto



No dia 1 de abril de 1964, início do Golpe Militar no Brasil, o fotógrafo Evandro Teixeira registrou a Tomada do Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro.

“Fui o único fotojornalista a entrar no local e fazer esse registro, com uma Leica M3 escondida sob minha jaqueta jeans. Um amigo capitão, contrário ao golpe, me ajudou a entrar. E, ao lado dele, presenciei a chegada de Castello Branco cercado de oficiais”, relata Evandro no Facebook.

terça-feira, 24 de março de 2020

Curador do Diário Contemporâneo fala sobre a 11ª edição do prêmio

março 24, 2020 | por Resumo Fotográfico

Mariano Klautau Filho, curador e coordenador do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia | Foto: Irene Almeida

Entrevista concedida para Debb Cabral

Três prêmios de residência artística e uma mostra coletiva com a curadoria convidada de Rosely Nakagawa. É assim que o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia inicia a convocatória para a sua 11ª edição. Depois de completada uma década de atuação, o projeto decidiu propor experiências do pensar e do fazer artístico mais compartilhadas. As inscrições estão na reta final e seguem abertas só até o dia 29 de março, pelo site www.diariocontemporaneo.com.br.

O tema deste ano vem buscar a provocação para o artista na literatura. “Vastas emoções e pensamentos imperfeitos” é uma referência direta ao título do romance de Rubem Fonseca.

Um livro que, nas palavras de Mariano Klautau Filho, curador do projeto, “fala essencialmente das fronteiras da ficção, em que a narrativa é constantemente atravessada pela presença do cinema na vida mental do protagonista e, portanto, tornando-se uma ferramenta de deslocamento poético para a vida real”.

Literatura e cinema atravessam a fotografia e a levam para as possibilidades do contemporâneo em uma fluidez de linguagens e significações.

Confira a entrevista com o curador:

O livro de Rubem Fonseca é mencionado por muitos leitores como uma história frenética. Como você vê isso relacionado com a contemporaneidade, a arte e a comunicação imediatista dos dias atuais?

O livro e, especialmente o seu título, é uma provocação ao artista. Não é preciso ler o romance ou investigar profundamente seus significados. Se o artista puder fazer isso, ótimo. Se não, ele poderá ficar com o efeito imaginativo e plástico que o título pode evocar, pois ele é bastante intenso.

O romance tem uma narrativa de certa forma veloz, mas não é isso que importa muito e sim, o fato de que o protagonista é um cineasta que está o tempo todo vivendo imaginativamente no limite entre imagem e texto, roteiro cinematográfico e realidade, ou seja, alguém imerso na experiência da ficção.

O que seriam estas vastas emoções?

Prefiro que o artista reflita sobre e faça do seu trabalho uma experiência emocional intensa. Não sei o que significa exatamente "Vastas Emoções" mas a expressão me sugere intensidade, paixão ou até uma certa grandeza do sentimento humano.

Cada artista pode interpretar do seu jeito, assim como a ideia de um pensamento imperfeito é muito sedutora no sentido de que faz parte da humanidade pensar, refletir, errar, acertar, pensar, debater, refletir infinitamente como um exercício contínuo.

O protagonista sonha sem imagens. Hoje o nosso mundo é extremamente visual. Seria essa uma forma de neutralizar o que está ao redor e se concentrar nas imagens que estão dentro de nós apenas esperando para se materializar?

Essa é uma boa ideia. Pensar um mundo sem imagens, mas como pensá-lo sendo um artista visual? Por outro lado, o personagem imagina muitas coisas e foge de uma série de eventos em que a realidade se mistura com suas imaginações. Enfim, a provocação é bem aberta, é uma experiência com o caráter visual da palavra e das expressões.

Ano passado, o projeto completou uma década de atuação. Foram realizadas diversas experiências e formatos ao longo destes 10 anos. O que traz, então, este novo ciclo?

Traz basicamente uma curadoria convidada (Rosely Nakagawa) que irá assumir a construção e a narrativa da grande mostra. Traz também os prêmios dedicados exclusivamente às residências artísticas porque queremos centrar o foco na formação do artista sem precisar exigir dele um resultado, mas propor um processo.

E mais: uma comissão científica para pensar de modo organizado o conceito da programação de palestras, oficinas e encontros com pesquisadores, levantando alguns temas da arte em diálogo com outros campos.

O projeto está propondo experiências mais compartilhadas. Fale um pouco sobre as residências neste sentido.

Como falei anteriormente, é o sentido processual e de formação que nos interessa quando propomos as residências.

A conversa que os artistas residentes terão com o público ou todo o tipo de trabalho em processo que poderá ser gerado nos coloca em contato com a arte como pesquisa e conhecimento. É isso que queremos estimular no artista, que pense em seu processo, que pense sobre o que quer dizer no seu trabalho, que não só limite sua participação à exibição de trabalhos.

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará com apoio institucional do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus, SECULT e do Museu da UFPA; colaboração da Sol Informática e patrocínio da Alubar.

quarta-feira, 18 de março de 2020

Festival Amparo em Foco 2020

março 18, 2020 | por Resumo Fotográfico



Cada vez mais importante no cenário da fotografia brasileira, o festival de fotografia Amparo em Foco chega na quinta edição em 2020. Inspirado nas ações do fotoclubismo brasileiro, o evento acontece entre os dias 3 e 8 de abril, na histórica cidade de Amparo, interior de São Paulo.

Localizada apenas 130km da capital, Amparo é uma das poucas cidades que conseguiram equilibrar sua história com a modernidade, criando uma grande experiência aos visitantes. Seu rico conjunto arquitetônico, único em todo Estado, traz dezenas de cartões postais para serem fotografados nos mais diversos ângulos.

A antiga estação ferroviária da Companhia Mogiana e o prédio do antigo banco Nossa Caixa serão os espaços para as atividades do evento, ambos localizados no coração da cidade. O festival traz gratuitamente diversas exposições, palestras, oficinas, lançamentos, cinema e saídas fotográficas, proporcionando a todos um leque de oportunidades em adquirir conhecimentos e troca de experiências sobre o universo da fotografia.

A organização do festival busca sempre equilibrar oficinas temáticas como forma de aproximar a população local, além de unir nomes consagrados e novos talentos em diversas exposições fotográficas. Neste ano, nomes como Wander Rocha, Valdemir Cunha, Sérgio Jorge, José Luiz Pedro, Raul Feitosa e Paulo Guerra estão na grade de palestras. Dentre as exposições, o evento recebe as fotografias dos “80 anos do Foto Cine Bandeirante”, “Photo Nature Brazil”, Photo International Contest”, “Intrépidos”, entre outras.

Acompanhe as redes sociais e o site oficial do evento – www.amparoemfoco.com.br – para saber mais informações sobre as atrações do festival de fotografia Amparo em Foco 2020.

SERVIÇO

Festival de Fotografia Amparo em Foco
Data: de 3 a 8 de abril de 2020
Local: Estação da Mogiana e Prédio da Nossa Caixa
Evento gratuito

segunda-feira, 16 de março de 2020

Photo Nature Brasil 2020

março 16, 2020 | por Resumo Fotográfico

Foto de Claudio Frateschi, Medalha de Ouro no 3º Photo Nature Brasil

Estão abertas as inscrições para a quarta edição do Photo Nature Brasil, concurso realizado pela Associação Jauense de Ambiente e Cultura - AJAC e reconhecido pela Associação Internacional de Fotógrafos de Arte (IAAP) e Confederação Brasileira de Fotografia (CONFOTO).

A participação é aberta a fotógrafos profissionais e amadores, dividida em quatro seções digitais: Livre Cor, Livre Monocromático, Natureza em Geral e Natureza - Aves. As inscrições podem ser feitas até 15 de abril de 2020, através do site do concurso.

A organização oferecerá 97 prêmios entre medalhas, menções honrosas e prêmios especiais como livros para os 14 melhores autores.

Inscreva-se em: photonaturebrasil.ajac.org.br.

sábado, 14 de março de 2020

Festival de Fotografia de Tiradentes é adiado por causa do coronavírus

março 14, 2020 | por Resumo Fotográfico

Nessa sexta-feira (13), a organização do Festival de Fotografia de Tiradentes – Foto em Pauta publicou um comunicado informando o adiamento da 10ª edição evento, que seria realizado de 18 a 22 de março na cidade histórica de Tiradentes, em Minas Gerais. Segundo a nota, "o festival será realizado em data a ser informada posteriormente, em um momento em que se tenha a garantia da manutenção das condições de saúde pública. Leia na integra:


quinta-feira, 12 de março de 2020

Exposição “Cidade Refletida”, no Centro Cultural UFMG

março 12, 2020 | por Resumo Fotográfico

Paisagem são-joanense é foco de mostra fotográfica em Belo Horizonte


Registros do cotidiano de São João del-Rei ganham espaço na série “Cidade Refletida”, da fotógrafa Thais Andressa. Um dos intuitos da mostra, que se encontra no Centro Cultural UFMG, em Belo Horizonte, é chamar a atenção para o patrimônio histórico e para a preservação da memória da cidade de São João del-rei (MG). Nesse trabalho, Thais buscou um olhar mais contemplativo e poético sobre a paisagem urbana. “Sempre tive interesse por arquitetura e história. Fotografar a cidade me permite narrar visualmente um pouco dos aspectos históricos da localidade e as transformações que acontecem no espaço”, ressalta a fotógrafa. Situada a aproximadamente 200 Km da capital mineira, São João del-Rei (MG) é atrativa para turistas de diversas regiões do Brasil e do mundo.

A série “Cidade Refletida” tem como destaque registros feitos através de reflexos formados em poças d’água e em outras superfícies espelhadas. “As imagens que se formam, lembram-me aquarelas e, mostram um cenário que mexe com a imaginação”, declara Thais. Para o professor e historiador Augusto Leonel Ribeiro, em suas imagens, a fotógrafa consegue captar a alma, a essência, dessa cidade riquíssima em cultura, arte e religiosidade. “Seus reflexos revelam o cotidiano de uma cidade que preserva tradições e o estilo interiorano de vida, ao mesmo tempo em que avança e se dinamiza”, afirma o historiador. A jornalista e escritora Deborah Vieira comenta que jovem fotógrafa, Thaís Andressa, convida os espectadores da exposição para um novo olhar da cidade histórica, na qual o conhecido torna-se extraordinário. “Tendo o reflexo da água como moldura, as fotografias nos fazem viajar no dia a dia da cidade, seus habitantes, costumes e da confluência entre passado, presente e, quem sabe, futuro. Algumas imagens, como pinturas em aquarela, brilham diante dos olhos”, completa Deborah. A mostra conta com cerca de 40 fotografias realizadas entre 2016 e 2020. A exposição que teve abertura no dia 6 de março, segue aberta à visitação até 12 de abril.

SERVIÇO

Exposição “Cidade Refletida”, de Thais Andressa
Data: até 12 de abril de 2020
Horário: de 10h às 21, de terça a sexta, e de 10h às 18h, nos fins de semana
Local: Centro Cultural UFMG - Av. Santos Dumont, 174, Belo Horizonte/MG
Informações: (31) 3409-8290

terça-feira, 10 de março de 2020

Lançamento do livro “Expedição Savana Africana”, de Alberto Takaoka

março 10, 2020 | por Resumo Fotográfico



Após dedicar 10 anos registrando o intrépido cotidiano dos bombeiros em imagens impressionantes, o fotógrafo Alberto Takaoka, que aprecia captar o inusitado em situações extremas, voltou seu olhar para outra estética igualmente emocionante: a majestosa fauna que habita as savanas do lendário Parque Kruger, grande reserva de vida natural da África do Sul.

Reconhecido como um dos mais importantes destinos turísticos do mundo, o parque passou por uma transformação. Aboliu a caça predatória e adotou exclusivamente a preservação, passando a oferecer para o público visitante a wildlife viewing, uma prática conservacionista que atua com a observação, vivências e registros fotográficos da vida selvagem.

Alberto esteve seis vezes na África, imerso em exercícios de paciência, percepção e perícia técnica, vivenciando a atmosfera dos animais em seu habitat. Essa sensível produção fotográfica pode ser vista agora no livro “Expedição Savana Africana” com texto de Rubens Fernandes Junior, prestigiado curador e crítico de fotografia, impresso e publicado pela Ipsis Gráfica e Editora.

Com fotografias realizadas em momentos quase meditativos de longas observações em busca de uma composição naturalmente harmoniosa e outras que expõem o sublime das situações imprevisíveis o livro “Expedição Savana Africana” mostra em imagens sem manipulações esta fauna única que habita a extraordinária paisagem do território do parque, experiência que o fotógrafo descreve como “uma incrível e inesquecível jornada em meio à natureza ancestral”.

SERVIÇO

Lançamento do livro “Expedição Savana Africana”, de Alberto Takaoka
Data: 11 de março de 2020, às 19h
Local: Livraria da Vila (Shopping JK Iguatemi) - Av. Juscelino Kubitschek, 2041, Loja 335/336 - Piso 2 - Itaim Bibi, São Paulo/SP

domingo, 8 de março de 2020

A poética (e política) fotografia de rua de Helen Levitt

março 08, 2020 | por Cid Costa Neto


A fotógrafa norte-americana Helen Levitt nasceu no Brooklyn, Nova York, em 1913. Ela trabalhou para uma fotógrafa comercial no Bronx, onde, por seis dólares por semana, aprendeu o básico da câmara escura. Em 1935, durante uma exposição na Julien Levy Gallery ela descobrir o trabalho de Henri Cartier-Bresson e Walker Evans.

Interessada em cinema, tornou-se editora e diretora de filmes em tempo integral. Na década de 1950 fez uma segunda carreira fora de seus filmes, um dos quais foi uma colaboração com o escritor James Agee. Ela retornou à fotografia em 1959 depois de receber uma bolsa Guggenheim para suas cenas de rua, mas desta vez em cores.


Levitt foi uma das pioneiras da fotografia colorida, mas teve seu trabalho ofuscado. Joel Meyerowitz, Stephen Shore e William Eggleston sempre foram aclamados como os pioneiros da fotografia colorida de belas artes, mas Levitt fez sua exibição de trabalhos coloridos no Museu de Arte Moderna dois anos antes de Eggleston.

As portas de Nova York, as fachadas das lojas e as saídas de incêndio em cascata eram o grande pano de fundo das fotos de Helen Levitt. No Lower East Side e no Harlem, as crianças fingiam ser noiva e noivo, usavam máscaras para o Halloween ou desenhavam com giz na calçada. O lirismo de seu trabalho a levou a ser chamada de poeta visual da cidade.


Na época, Nova York estava cheia de ativismo. Levitt, filha de um imigrante russo-judeu, foi influenciada pela Liga das Fotos e seu líder, Sid Grossman, que pediu aos membros que fotografassem com uma consciência social. “Eu decidi que deveria tirar fotos de pessoas da classe trabalhadora e contribuir para os movimentos”, disse ela em entrevista à National Public Radio.

Levitt morou em Nova York e permaneceu ativa como fotógrafa por quase 70 anos. Com uma vida pessoal tranquila, raramente dava entrevistas e geralmente era muito introvertida. Levitt nunca se casou e morava sozinha com seu gato amarelo Blinky até que, aos 95 anos, morreu em seu sono, em 29 de março de 2009. Veja abaixo algumas de suas fotos:










segunda-feira, 2 de março de 2020

Prêmio Foto Hera 2020

março 02, 2020 | por Resumo Fotográfico

A fotografia de Igor Neth foi a vencedora da última edição da premiação

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Foto Hera 2020. O concurso vai premiar os autores das melhores fotografias de casamento em seis categorias: Cerimônia, Recepção, Making of, Ensaio Pré-casamento, Ensaio de Noivos e Boudoir.

As inscrições podem ser feitas até 15 de novembro de 2020 e cada participante pode concorrer enviando até duas fotos por categoria. As taxas são de R$ 15 e R$ 25 para 6 e 12 fotos, com desconto para inscrições antecipadas. Acesse o regulamento e preencha o formulário online.

As dez melhores fotografias de cada categoria da Escolha dos Jurados serão colocadas em votação popular no site do concurso, entre os dias 30 de novembro e 20 de dezembro de 2020. A imagem mais votada pelo público durante esse período será a vencedora da Escolha Popular.

Premiação

O resultado final será divulgado no dia 22 de dezembro de 2020. Serão premiados os autores das melhores fotografias por categoria e por classificação geral pela Escolha dos Jurados e também a melhor fotografia geral pela Escolha Popular.

Será concedida uma premiação em dinheiro no valor de 80% da arrecadação com as inscrições. As 10 melhores fotografias de cada categoria serão publicadas em um catálogo online e seus autores receberão certificados. Outras premiações serão anunciadas ao longo do concurso.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Diário Contemporâneo abre inscrições para a sua 11ª edição

fevereiro 28, 2020 | por Resumo Fotográfico

Marcio Vasconcelos

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia lança, em 2020, a sua 11ª edição. O tema escolhido “Vastas emoções e pensamentos imperfeitos”, referência direta ao romance de Rubem Fonseca, objetiva abrir espaço para estratégias diversas em que as linguagens ficcionais sejam um meio de interpretar as experiências concretas. Serão três prêmios concedidos na forma de bolsa para residências artísticas, duas delas individuais de R$ 10.000 cada, divididas entre as cidades de Recife/PE e Belém/PA, e uma residência coletiva no valor de R$ 15.000 para cinco artistas que será realizada na Ilha do Mosqueiro, vila próxima à Belém. Ao todo, participarão da mostra 20 artistas, entre os premiados individuais e selecionados.

A 11ª edição chega, então, como uma provocação literária aos artistas visuais. O Diário Contemporâneo é um prêmio de fotografia, mas desde a sua origem abriu espaço para trabalhos que misturam outros suportes e linguagens. E é a partir deste diálogo com as outras artes que o projeto permite-se renovar anualmente.

Nas palavras de Mariano Klautau Filho, curador do projeto, “o livro de Rubem Fonseca fala essencialmente das fronteiras da ficção, em que a narrativa é constantemente atravessada pela presença do cinema na vida mental do protagonista e, portanto, tornando-se uma ferramenta de deslocamento poético para a vida real. Nesse sentido, propomos aos artistas, seja pelo impacto poético do título do livro, ou por um mergulho investigativo nas nuances do romance, que se deixem tomar por estratégias diversas em que as linguagens sejam um modo lírico, ficcional de interpretar as experiências concretas”, disse.

Residências

Vêm da ficção uma perspectiva sobre o real, assim como vem do cotidiano as possibilidades poéticas que serão vividas nas residências artísticas. São elas:

PRÊMIO RESIDÊNCIA ARTÍSTICA BELÉM – Destinado a um artista domiciliado fora do Pará. O premiado receberá uma bolsa no valor de R$ 10.000 para residir e produzir na cidade, sob a orientação do artista e pesquisador Alexandre Sequeira, por meio de seu projeto de pesquisa “Residência São Jerônimo”, durante o período de 13 de maio a 21 de junho de 2020.

PRÊMIO RESIDÊNCIA ARTÍSTICA RECIFE – Destinado a um artista paraense atuante e/ou domiciliado no Pará por pelo menos três anos. O premiado receberá uma bolsa no valor de R$ 10.000 para residir e produzir na cidade de Recife/PE, no período de 15 de maio a 23 de junho de 2020, sob a orientação da artista visual Ana Lira.

PRÊMIO RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAROL - Destinado a cinco artistas, dois paraenses e/ou residentes no Pará por pelo menos três anos e três de outros estados. O prêmio de R$ 15.000 será dividido entre os premiados que receberão uma bolsa no valor de R$ 3.000, para residir e produzir na Ilha fluvial de Mosqueiro/PA. Os residentes, durante o período de 21 de junho a 10 de julho de 2020, terão como atelier e local para hospedagem uma residência na Praia do Farol e participarão de encontros, conversas e atividades de experimentação e criação artística sob a orientação da artista Lívia Aquino.

O edital e o link para inscrição estão no site www.diariocontemporaneo.com.br. As inscrições são gratuitas e seguem abertas até 29 de março de 2020.