sexta-feira, 31 de julho de 2015

Sesc oferece curso sobre história do fotojornalismo no Brasil

Arquivo Agência Brasil/Portal EBC/Reprodução
A partir do dia 11 de agosto, o Centro de Pesquisa e Formação – do Sesc SP oferece o curso "Fotojornalismo no Brasil: cultura, política e lutas sociais", que aborda o processo de constituição histórica do fotojornalismo no Brasil desde a década de 1940 até o final do século XX. 

O ciclo de palestras tem por objetivo discutir a produção de diferentes fotógrafos que, a partir de suas lentes, lançaram luz sobre as manifestações culturais brasileiras, buscaram traços de uma identidade nacional, construíram formas específicas de engajamento e desenharam reflexões peculiares sobre a realidade social do país. Veja o programa completo.

SERVIÇO

Fotojornalismo no Brasil: cultura, política e lutas sociais
Data: de 11 a 25 de agosto de 2015. Terças, 19h às 21h.
Número de vagas: 30
Investimento: R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública); R$ 15,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Inscrições: pelo site ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.
Local: Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc - Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar.
Informações: 3254-5600 | centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br

terça-feira, 28 de julho de 2015

Segundo site, bebê teria ficado cego após foto com flash

Atualizado em 29 de julho às 10:15
People´s Daily/Reprodução
No começo da semana, o site chinês "People´s Daily" publicou a notícia de que um bebê de 3 meses de idade teria perdido a visão depois que um amigo da família tirou uma foto dele usando flash.

Segundo a matéria, o flash teria danificado células da mácula, uma pequena área na porção central da retina altamente sensível a luzes e responsável pela percepção de detalhes como a distinção de cores. A mácula não está totalmente desenvolvida antes de a pessoa completar 4 anos, o que explicaria a razão de as crianças ficarem tão incomodadas com luzes fortes. Os pais notaram algo de errado com o bebê logo depois da foto. Em seguida, médicos constataram que ele teve redução parcial de visão no olho esquerdo e perda total no direito.

Controvérsias

Oftalmologistas, no entanto, afirmam que o flash de uma câmera não tem potencial para causar dano permanente, principalmente por ser muito rápido e ter pouca intensidade. "Para causar um problema tão grave, a intensidade da luz precisaria ser muito alta e o tempo de exposição à ela muito prolongado. O flash de uma câmera dura uma fração de milésimo de segundo e não costuma ser tão intenso. Por isso, não faz sentido levar à cegueira", disse a oftalmologista Denise Fornazari, do Hospital de Clínicas da Unicamp, em entrevista ao portal UOL

Mesmo para uma criança que tenha nascido prematura, por mais imaturas que as células da retina sejam, a possibilidade de dano permanente por causa do flash é quase nula. "Não há relatos de nenhum caso assim na literatura médica. Não é totalmente impossível, mas é muito improvável. O mais provável é que o bebê já tivesse uma doença que acabou sendo descoberta por causa disso", disse a oftalmologista Josenalva Cassiano, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Festival em Ouro Preto oferece roteiros fotográficos

Durante o festival Fotógrafos em Ouro Preto, que acontece entre 6 e 7 de agosto, os participantes terão a oportunidade de fazer um mergulho descontraído pelas ruas e serras da cidade histórica. Através de passeios ímpares, com conteúdo histórico e ecológico, os roteiros estimulam novas leituras sobre a cidade e seus arredores. Neste ano serão oferecidos três roteiros: 

"Pelas montanhas e cachoeiras de Ouro Preto"

Utilizando um veículo 4x4, os participante vão subir as montanhas em busca das mais belas paisagens naturais da região de Ouro Preto, com destaque para cachoeiras, nascente de um dos mais importantes rios de Minas Gerais, vales de montanhas e um pequeno e antigo vilarejo. Aplicaremos técnicas de fotometria para criar efeitos em fotos de cachoeiras e cursos d'água. [Mais informações...]

"Morro da Queimada, como foste, nunca vi"

O passeio tem como proposta provocar o olhar ‘fotográfico’ dos participantes a partir de uma visita orientada a um território não ‘consagrado’ como patrimônio, que ainda preserva resquícios da atividade aurífera do século XVIII. A caminhada será estimulada através da sensibilização histórico-poética do lugar. Os participantes vivenciarão a beleza e as contradições da paisagem fundadora de Ouro Preto. [Mais informações...]

"Memória Fotográfica de Ouro Preto"

A proposta da oficina-roteiro “Memória e Fotografia em Ouro Preto” é trabalhar as possibilidades e panoramas oferecidos pelas imagens e fotografias antigas enquanto fontes privilegiadas de pesquisa, tendo como estudo de caso a cidade de Ouro Preto. A duração será de um dia, dividido em dois períodos: um na parte da manhã e o outro à tarde. [Mais informações...]

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