quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Verve Galeria exibe "Ao Redor", de Michael Drumond


A partir desta quinta-feira (19), a Verve Galeria exibe "Ao Redor", do artista brasileiro radicado em Nova York Michael Drumond. Com curadoria de Ian Duarte Lucas, a mostra é composta por 20 obras – em técnica que combina pintura e fotografia -, a exposição apresenta a abstração de diferentes estados psicológicos do artista, revisitando momentos originalmente obscuros de sua trajetória e transformando-os em trabalhos caracterizados por sentimentos de beleza e redenção.

"Estes processos encontram ressonância nos conceitos propostos pelo filósofo Henri Bergson, ao propor que na intersecção entre consciência, matéria e memória se fundamenta a verdadeira força de transformação do ser humano, na passagem de um estado psicológico para outro", comenta Ian Duarte Lucas, curador da mostra. “O processo de reorganização e superação experimentado pelo artista é abstraído e então transposto para as obras através da sobreposição de técnicas, cores e composições, evidenciando os distintos processos mentais que as geraram”, completa.

No intuito de trazer a experiência imersiva ao espectador, Michael Drumond apresenta seus trabalhos impressos em chapas de alumínio de grandes dimensões, sobre as quais são realizadas as intervenções em tinta esmalte high gloss precisamente pintadas. A série "Ao Redor" explora o grande interesse do artista por temas psicológicos e vem sendo elaborada ao longo dos últimos dois anos, em uma constante "metamorfose" visual. Em suas palavras, conclui: "Além da questão conceitual, minhas obras incorporam pesquisas técnicas próprias da nova geração de artistas, em que as linguagens se fundem e a tecnologia tem papel fundamental na metodologia e no processo de produção da obra de arte".

SERVIÇO

Exposição "Ao Redor" de Michael Drumond
Abertura: 19 de outubro de 2017, às 19h
Período: de 20 de outubro a 25 de novembro de 2017
Horários: de terça a sexta-feira, de 10 às 19h e aos sábados de 11h às 17h
Local: Verve Galeria – Rua Lisboa, 285, Jardim Paulista, São Paulo/SP
Informações: (11) 2737-1249 | www.vervegaleria.com

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Top 5: Perfis brasileiros de fotografia de comida no Instagram

Você conhece o termo “foodporn”? Calma, não tem nada a ver com obscenidades! Foodporn são fotos “atraentes” para o estômago - isto é, aquelas imagens que deixam você babando. Junto com o aparecimento das selfies, vieram também os cliques de pratos incríveis e eles estão em todos os lugares na internet, especialmente nas redes sociais. Convenhamos: pratos bem-feitos são dignos de serem registrados.

Sendo o Instagram uma plataforma mais focada em imagens, podemos encontrar os cliques mais lindos e bem feitos da internet por lá. Está precisando de inspiração para as suas fotos? Selecionamos aqui alguns perfis brasileiros que você precisa seguir:
@daninocereceitas

1. Danielle Noce

Danielle Noce é uma vlogueira que faz delícias em seus vídeos, tudo com muito bom humor e descontração. Obviamente, a moça também entende um pouco de fotografia: luz, ângulo e foco, pois são perfeitos.

@pedidosja

2. PedidosJá

O PedidosJá é uma das maiores empresas de delivery do Brasil, e a conta deles no Instagram definitivamente faz qualquer um ficar com água na boca. Veja como o branco do açúcar fez toda a diferença na imagem, criando um degradê.

@eudiiih

3. Diego Oliveira

Diego Oliveira é fotógrafo profissional que adora mostrar na sua conta os quitutes que encontra, além dos que prepara, pois ele também cozinha! Todas as fotos do artista são extremamente bem elaboradas e delicadas.

@miolosfritos

4. Miolos Fritos

Se você gosta de bom humor, séries, HQs, filmes e cozinha, tudo junto e misturado, vai adorar Miolos Fritos. As fotos da conta são simples, porém com o ângulo e foco perfeitos.

@cheftime

5. Chef Time

Os amantes de fotografia gourmet precisam seguir o Chef Time. Além das fotos maravilhosas no Instagram, a empresa trabalha com kits para você também brincar de chef em casa. Vale a pena dar uma olhadinha no site oficial também.

E aí? Se inspirou?

Como criar luz de janela usando flash?


Apresentamos mais um conteúdo da série de Dicas de Fotografia com truques e tutoriais retirados direto dos livros da iPhoto Editora. Hoje trazemos os ensinamentos retirados do livro bestsellerSem Medo do Flash”. Confira:

“Cristina Santamaria é uma entusiasmada empreendedora que dirige um negócio de cosmética natural chamado Mío. Com uma simpatia transbordante, sente-se orgulhosa da sua oficina-estúdio, onde não só oferece seus produtos, como os elabora.

Alguém aí diz: “Prefiro a luz natural”… Em muitas oportunidades dispomos dela em quantidade suficiente para não termos problemas, mas o certo é que na maioria das vezes a luz natural nos obriga a aumentar a sensibilidade e, com isso, o ruído, ou a disparar a velocidades nas quais fica difícil obter uma imagem nítida. Nesta ocasião, a luz que entrava pela vitrine inundava a oficina com uma intensidade muito baixa. Ajustei o tempo de obturação no limite do que considerava aceitável para obter uma imagem sem trepidação (1/60 de segundo) e abri exageradamente o diafragma a f/2.8, apesar de que tanto Cristina como a oficina apareciam subexpostos. Embora não estivesse obtendo os níveis de intensidade desejados, consegui, até certo ponto, uma cena medianamente iluminada; e quando falo “medianamente”, me refiro a dois pontos abaixo do razoável.


Considerando que a luz que entrava pela vitrine não era direta do sol, senão originada pela luminosidade do céu azul, a qualidade era suave e a dispersão alta. Então, decidi que devia imitar essa amável iluminação e coloquei um softbox de 60x60cm suficientemente perto de Cristina para oferecer uma luz suave, que conferisse mais protagonismo, porém distante o suficiente para dispersar por todo o enquadramento selecionado na câmera, embora em menor intensidade.

O softbox é um dos modificadores mais simples e fáceis de usar que temos à nossa disposição. Minha intenção neste trabalho foi imitar uma janela de vidro utilizando o softbox do meu flash. Nessas ocasiões, a luz disponível é muito bonita, mas a intensidade nem sempre se mostra suficiente. Se não tivesse utilizado o flash, teria que disparar a ISO 400 e não poderia dirigir a luz até Cristina com esse degradê suave, em termos de intensidade, com relação ao resto da cena”.


Este texto foi retirado do livro “Sem Medo do Flash”, de José Antonio Fernández. Você o encontra à venda na loja online da iPhoto Editora.

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